Camila Beatriz, Advogado

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Camila Beatriz, Advogado
Camila Beatriz
Comentário · há 5 anos
O texto do Sr. coaduna com meu entendimento a respeito do caso, a pressão da mídia em torno desse assunto, tal qual ao do massacre em torno da moça que cometeu atos de injúria racial durante o jogo do grêmio há algumas semanas.
Em um caso onde não houvesse tal divulgação, certamente o agente agressor não estaria preso ainda, o rapaz tem emprego fixo, diz-se ter bons antecedentes (pelo menos até então não foi divulgado que o mesmo tenha sido condenado por outras práticas agressoras), e através do vídeo demonstra-se que a vítima aparentemente provocou o acusado.
Ora, é certo que haverá a punição criminal, e até a reparação civil. Sabemos que haverá. Quem trabalha na área jurídica sabe que a sentença virá. Agora, se o aparato judiciário não dispõe de meios técnicos para que seja em tempo hábil e ágil, não é motivo para segregar o agente agressor desde o atual momento.
Acredito que neste caso o julgador, como em tantos outros casos, sente-se pressionado a manter tal prisão, ainda que vislumbre que não há elementos suficientes para sua manutenção, para não ser julgado pela sociedade, que o acusaria de privilegiar a criminalidade, ao colocar um sujeito desses na rua. O que acontece, na verdade, é que o judiciário é sempre o "culpado", por soltar fulano ou ciclano, por não manter os menores recolhidos, e por outros tantos problemas que motivam os gritos de que a "justiça é para poucos", ou que a "justiça é falha".
O que pouca gente sabe, é que o judiciário dá cumprimento à legislação elaborada pelos representantes que o povo escolheu. Mas é muito mais fácil culpar uma ou outra pessoa ou entidade, do que refletir melhor sobre o próprio voto.

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Marcelo de Melo Passos
Comentário · há 2 anos
Não procede o alegado no texto da Autora. A legítima dos herdeiros é constituída por 50% dos bens do finado. Somente estes 50% podem ser pleiteados pelos filhos herdeiros. Os outros 50% o finado pode vender ou testar como bem lhe aprouver, inclusive pode doar tais bens, desde que não ultrapassem os 50%. No caso em questão o finado (que ainda nem é finado) é casado em comunhão de bens. Portanto 50% da meação pertence à esposa, deixando ao "papito" 25% dos bens para fazer deles o que lhe aprouver. Se a esposa concordar, pior ainda! ele pode dispor de 50% dos bens. Quando em vida os filhos não têm, em tese, poder para anular os atos jurídicos de caráter patrimonial de seus pais, a não ser que: a) ele seja declarado civilmente incapaz, b) seja comprovado que ele está dilapidando o patrimônio familiar de forma dolosa acima do percentual de 50% pertencente à legítima dos herdeiros. Fora esses casos, o "papito" pode fazer o que ele quiser com tais bens. A questão da assinatura da escritura de venda pelos demais irmãos na qualidade de intervenientes é "pró-forma", justamente para inviabilizar qualquer questionamento jurídico posterior, ou até mesmo "pos morten". Ocorre que se a venda se dá pelo valor de mercado, dificilmente será anulada, porque qualquer anulação teria que se dar por vício de vontade ou vício contratual, não por um pretenso direito dos herdeiros. Se for por valor simulado, será sim nula de pleno direito, ex vi do art. 167, parágrafo 1ª, inciso II do CC2002 e o bem voltará ao montante partilhável. mas notem bem, a venda será nula por vício, não por um pretenso direito hereditário. Atos intervivos que respeitem a forma contratual propugnada em Lei, a licitude do objeto e que sejam celebrados por partes maiores e capazes, devem ser respeitados por força de Lei e não são passíveis de anulação, contudo, o "Jus Sperneandi" dos herdeiros é livre, embora não vá DAR EM NADA!

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